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Confira aqui as sinopses dos filmes da mostra Narrativas e Subjetividades

12/7/12

PROGRAMA 1

- BALANÇA MAS NÃO CAI, de Leonardo Barcelos

Brasil / 2012 / 77min

Um prédio como paisagem e cenário de acontecimentos e memórias. A partir da reforma do Edifício Tupis, popularmente conhecido como “Balança mas não cai”, histórias, fatos e relatos se misturam numa teia imbricada de sensações e percepções. Na relação com o espaço, passado e presente se confundem e as memórias se tornam vivas.

PROGRAMA 2

- ACIDENTE, de Cao Guimarães e Pablo Lobato

Brasil / 2006 / 72 min

Um poema composto por 20 nomes de cidades de Minas Gerais, Brasil, é o corpo rítmico deste filme, que se abre ao imprevisto e ao improviso. Instigada pelos nomes destas cidades, a equipe percorre pela primeira vez cada uma delas. Num movimento de imersão e submersão, o filme se faz através de duas camadas narrativas – uma formada pela história do poema e outra pelos eventos ordinários que surgem acidentalmente diante da câmera em cada uma das cidades.

PROGRAMA 3

- A FALTA QUE ME FAZ, de Marília Rocha

Brasil / 2009 / 85 min

Durante um inverno, rodeadas pela Serra do Espinhaço, um grupo de meninas vive o fim da juventude. Um romantismo impossível deixa marcas em seus corpos e na paisagem a seu redor. Em meio a conversas, obrigações e prazeres cotidianos, cada uma delas encontra uma maneira particular de contornar a solidão e enfrentar as incertezas de um futuro próximo.

PROGRAMA 4

- OS RESIDENTES, de Tiago Mata Machado

Brasil / 2010-2013 / 135 min

Instalados em uma nova zona autônoma temporária, os residentes passam os seus dias entre pequenos complôs lunáticos, farsas quixotescas e delírios rimbaudianos.

PROGRAMA 5

- ANALOGIA DO VERME, de Carlosmagno Rodrigues

Brasil / 2010 / 18 min

Experimentos patéticos do personagem-autor Carlosmagno Rodrigues. Ele tenta atravessar seus braços com facas, entre outras ações filma amigos com a intenção de criar uma realidade fílmica compreensível.

- DORIANGRENN, de Carlosmagno Rodrigues

Brasil / 2009 / 16 min

Filmes sobre experimentos dramáticos que chocam com o naturalismo cotidiano. Cenas caseiras, exercícios dramáticos e leitura de textos pessoais compõem uma realidade fílmica autobiográfica.

- DROP IN THE DARKNESS, de Carlosmagno Rodrigues, Cris Ventura e Sara Não Tem Nome

Brasil / 2011 / 7 min

Um filme sobre a conversão evangélica. O filme é montado em travellings verticais referenciando o arquétipo do inferno. Um pastor guatemalteco é importunado por Dylan, um bêbado que tenta convencê-lo a lhe dar uma bíblia. O título “Drop in The Darkness” faz referência às circunstâncias que a trilha sonora foi gravada em Antiqua, Guatemala, e apresenta o desconforto causado pela solidão e a violência.

- ANTICRISTO – UM VÍDEO SOBRE A MINHA MORTE, de Carlosmagno Rodrigues e Dellani Lima

Brasil / 2006 / 28 min

Anti-documentário autobiográfico de estrutura fragmentada, que relata experiências da vida dos autores, suas ideologias, conflitos e esperanças vazias. Discursos emblemáticos, construídos com recursos diversos, como o filho do autor recitando Nietzsche.Um vídeo contundente, perturbador de um diretor iconoclasta.

PROGRAMA 6

- JARDIM INVISÍVEL, de Roberto Bellini

Brasil / 2008 / 15 min

Jardim Invisível toma como ponto de partida a paisagem noturna de um bairro suburbano americano. Trata-se de uma organização especial que exclui o uso público, criando um universo artificial e vazio. O vídeo faz uma releitura desse espaço criando para ele uma nova narrativa, na qual uma figura solitária executa sua tarefa de cuidar desse árido jardim.

- CORDIS, de Roberto Bellini

Brasil / 2010 / 15 min

Natureza, pasto, estrada de terra, gado e a brutalidade de um gesto, corriqueiro para a vida das pessoas no campo. Na descoberta de um detalhe, o imperceptível se torna fenômeno. O paradoxo entre a vida e a morte, sobreviver e estar vivo.

- PELO VIDRO, de Roberto Bellini

Brasil / 2006 / 7 min

Uma coleção de encontros visuais que revela numa reflexão poética sobre o tempo, a contemplação e a distância imposta pela câmera.

- TODO SILÊNCIO ME INCOMODA, de Felipe Barros

Brasil / 2011 / 6 min

O que separa o real da imaginação é uma transparente e invisível parede de vidro. O mar, o horizonte e o movimento das ondas transformam o imaginado no lugar do provável e da razão.

- MANCHA DE DENDÊ NÃO SAI, de Felipe Barros

Brasil / 2011 / 16 min

A sobreposição casual de sons e imagens cria campos de significação originais e inusitados. A paisagem da praia e as vozes de seus habitantes, com sotaques e dialetos, num jogo sensorial deslumbrante e divertido.

- NÃO CONFIE À NINGUÉM O SEU SEGREDO, de Felipe Barros

Brasil / 2011 / 3 min

Viva e morra fechado como um caracol. Não confie a ninguém o seu segredo. Um tom sinistro cerca a paisagem do jardim: um pássaro, um réptil, uma ave morta.

- MARÉ VAZANTE, de Felipe Barros

Brasil / 2010 / 4 min

A maré deixa um rastro, um resíduo que não se desfaz. O tempo, ao contrário, faz tudo se transformar. Vídeo performance realizada por um morador da praia de Itaparica, Bahia.

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